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Filmes socioambientais estão em cartaz em mostra de cinema em SP TATIANE RIBEIRO DE SÃO PAULO

atualizado 10/04/2013 as 07:00

TATIANE RIBEIRO
DE SÃO PAULO uol

Em cartaz até domingo no Memorial da América Latina, o Ecocine, também conhecido como Festival de Cinema Ambiental e Direitos Humanos, apresenta uma retrospectiva de filmes nacionais e internacionais sobre a relação do homem com o meio em que vive.

Na programação, que é gratuita, há destaques da filmografia nacional, como “Xingu” (2012), de Cao Hamburger, e “Vlado 30 Anos Depois” (2005), de João Batista de Andrade.

“Contamos com cerca de 70 vídeos entre curtas, médias e longas-metragens, voltados para o público adulto e infantil”, conta Ariane Porto, diretora.

O Ecocine, que já percorreu diversos Estados brasileiros e também países como Itália, Canadá e Índia, foi o primeiro festival ambiental criado no Brasil em 1992, durante a Conferência Mundial de Meio Ambiente (ECO 92).

“Nosso objetivo é dar vazão para produções com temática ambiental, que, muitas vezes, mesmo com atuação de artistas famosos, não encontra espaço no circuito nacional”, diz Porto.

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Além de mostrar os filmes, o evento abre espaço para o debate. Um dos destaques desta edição é a apresentação do documentário inédito “Rua! O jogo da vida real” (2013).

“Esse é um piloto do ‘reality show’ em que pessoas deixaram suas casas e foram vivenciar a experiência de morar na rua, sem nada. Para sobreviver, elas tiveram apoio dos ‘anjos´ -moradores de rua que ensinavam o melhor jeito de comer, dormir, arrumar dinheiro”, conta a diretora.

Divulgação
Piloto do reality show "Rua! O Jogo da Vida Real" será exibido na mostra
Piloto do reality show “Rua! O Jogo da Vida Real”

O filme será apresentado no sábado (13) e será seguido de debate com Lilian Amaral, especialista em ecossistema urbano, docente da Unesp (Universidade de São Paulo), Teresa Aguiar, da Tão Produções, padre Júlio Lancelotti, da Pastoral da Rua, Alderon Costa, jornalista da Rede Fala Rua, Anderson Lopes Miranda, do Movimento Nacional da População de Rua, e Luana Cruz Bottini, assessora especial da Secretaria Municipal dos Direitos Humanos.

Outro destaque da programação é a apresentação das produções do projetoBem-te-vi, que são filmes para crianças feitos por crianças.

No domingo (12), será apresentado o curta “A Folha da Samaúma” (2010), que conta a história de um indiozinho que queria ser diferente do que era. A produção tem narração de Lima Duarte e foi feita em conjunto com crianças da aldeia indígena guarani Tekoa Pyau, de São Paulo.

Confira a programação completa no “[site]’:http://www.memorial.org.br/2013/04/ecocine-20-anos-vale-dos-esquecidos-abre-festival-no-memorial/


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