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OS 10 MANDAMENTOS DE ABILIO DINIZ PARA A BRF

OS 10 MANDAMENTOS DE ABILIO DINIZ PARA A BRF

INTERNACIONALIZAÇÃO DA MARCA E DA OPERAÇÃO DA COMPANHIA FAZ PARTE DAS MISSÕES DO NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃOImprimir

Abilio Diniz (Foto: Silvia Balieiro)

Um dia após ser nomeado presidente do conselho de administração do BRF, Abilio Diniz falou com a imprensa sobre os sues planos para a companhia. Nesta quarta-feira (10/04), o empresário disse que pretende, neste início de gestão, ficar bem próximo da empresa e deve estar todos os dias no escritório da companhia.

Como presidente do conselho, ele explicou que a sua maior contribuição será analisar as pessoas, o método de gestão e os processos. “No início, pensei que ao assumir a BRF iria para um lugar bem diferente, mas pela experiência que acumulei, vejo que todas as empresas são iguais, são feitas de gente + processo”, disse o empresário.

Veja a seguir alguns dos planos de Abilio Diniz para sua gestão como presidente do conselho da BRF

1. Enfrentar um novo desafio
“Com exceção dos dez anos em que trabalhei para o governo, tempo que considero uma década perdida, meu conhecimento como administrador é de uma casa só”

2. Analisar o negócio
Abilio diz que ainda não teve acesso a nenhuma informação interna da companhia. Tudo o que viu foram os números publicados ao mercado. A partir de agora ele quer conhecer melhor o negócio. “Como presidente do conselho, quero começar meu trabalho analisando pessoas, o método de gestão e os processos”.

3. Internacionalizar a a empresa
Abilio quer levar o nome da BRF para fora do país, não apenas como fornecedora de commoditty, mas como uma companhia dona de marcas fortes e produtos de ‘alta qualidade’ .”Uma empresa que tem 65% do mercado interno tem que pensar em internacionalização”.

4. Núcleos regionais? Agora não
No final do ano passado, a BRF chegou a divulgar sua intenção de dividir a gestão da empresa em diferentes pontos regionais e criar um cargo de CEO global, que seria ocupado por José Antonio Fay, atual CEO da empresa. Na visão de Abilio, esses planos devem ser adiados. “Já esperamos tanto tempo para fazer isso. Podemos esperar um pouco mais”.

5. Todo dia na empresa (por enquanto)
Neste primeiro momento, Abilio já pediu “aulas” sobre BRF. “O Fay vai me dar 1 hora de aula sobre a companhia todos os dias”.

6. Sem mudanças na gestão atual
Abilio foi enfático ao dizer que José Antonio Fay permanece no comando da empresa. “Fay continua como CEO. Ele é o meu suporte aqui”. Mas o empresário afirmou que quer revisitar a companhia inteira e conversar com as pessoas antes de propor mudanças no modelo de gestão.

7. Dividir o tempo entre Grupo Pão de Açúcar e BRF
“Não sou CEO das duas empresas. O presidente do conselho tem que se limitar às suas funções”.

8. Não renunciar
Desde que o nome de Abilio começou a ser cogitado para o conselho da BRF, o Casino pediu a renúncia do empresário do cargo de presidente do conselho do GPA. Para a empresa francesa, haveria conflito de interesses ao comandar as duas empresas. Abilio se defende: “Se eu vim para cá, vim porque estou muito seguro, porque estudei muito. Recebi o parecer de gente séria e, se houvesse algum impedimento legal, eu não estaria aqui. Estou absolutamente tranquilo”.

9. Representar a companhia, não um acionista
A escolha de Abilio não foi unânime, mas o empresário afirma que não será um representante de acionistas. “Não vou ser presidente de nenhum aconista, mas sim da companhia”.

10. Modelo de gestão que valoriza as pessoas
Abilio afirma que ainda não tem ideia de como será a gestão da BRF, mas afirma que quer um modelo que dê oportunidade para as pessoas. “Vamos definir isso com calma. Com muita rapidez, mas sem pressa

FONTE EPOCA/10/04/2013 – POR SILVIA BALIEIRO

 

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