Moradores de rua de São Paulo vão trabalhar no McDonald’s

Moradores de rua de São Paulo vão trabalhar no McDonald’s

Vagas do projeto de Doria já começaram a ser preenchidas

© Reuters / Rick Wilking

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

O prefeito João Doria (PSDB) vai anunciar nesta sexta-feira (17) uma parceria com a rede McDonald’s, que se comprometeu a contratar cem moradores de rua da capital paulista para trabalhar na maior cadeia de fast food do mundo.

De acordo com o Estadão, um projeto-piloto já foi iniciado, com a contratação de seis pessoas. Os candidatos foram selecionados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Smads).

Para que o projeto seja bem sucedido, Doria apostou na criação de um monitoramento especial.

“Esses profissionais serão atendidos por um setor de recursos humanos paralelo, criado especialmente para acompanhá-los no dia a dia”, revelou o secretário adjunto, Filipe Sabará.

A meta do programa é de empregar 20 mil pessoas, que vivem nas ruas ou em um dos 83 albergues da Prefeitura de São Paulo.

 

O varejo de Guarulhos faturou R$ 3 milhões a menos por dia em dezembro de 2016, com relação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados foram computados pela FecomercioSP e são divulgados com exclusividade pela Folha Metropolitana.

No total, o comércio deixou de faturar R$ 95,5 milhões. Foram R$ 3 bilhões na conta final do mês, com as vendas caindo 2,9%. A região guarulhense ficou com o segundo pior desempenho do Estado de São Paulo. Dentre as 16 regiões analisadas pela FecomercioSP, apenas três registraram queda nas vendas.

Apesar disso, segundo o assessor econômico da instituição Guilherme Dietze, os resultados não são tão preocupantes. “Se você comparar com Osasco, que teve queda de 11,5% no ano, o 1,6% de Guarulhos não é grande”, disse.

Ele explicou que essa região tem mantido os índices de venda estáveis desde 2012. Neste ano, foram R$ 30 bilhões em vendas. Um ano depois, houve um aumento grande: R$ 36 bilhões. Em 2016, os números ficaram na média, com o varejo vendendo R$ 33 bilhões.

Três das nove atividades analisadas registraram retração nas vendas em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2015: supermercados (-6,7%), eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-32,6%) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6,8%).

 

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