Cadastro para uso do Pix COMEÇA! Veja como fazer


Modalidade liberada pelo Banco Central visa tornar as transferências bancárias mais rápidas, seguras e disponíveis a qualquer momento.
Economia
Por Saulo Moreira Em 05/10/2020 Atualizado 05:38

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O cadastramento da chave Pix foi iniciado já começou em diversas instituições. Apesar do cadastramento não ser obrigatório, ele faz com que as transações fiquem ainda mais simples.

O Pix começa a funcionar dia 16 de novembro em todo o Brasil. A partir do dia 3 de novembro, alguns clientes terão o serviço disponibilizado em fase de testes. A expectativa do Banco Central é que o Pix seja um grande substituto do DOC e TED, já que é gratuito e instantâneo.

Além de fazer transações em qualquer dia e horário, a estimativa é que elas sejam concluídas em até 10 segundos.

Como cadastrar a chave Pix?
Para utilizar o Pix, é necessário ter conta corrente, poupança ou carteira digital apta ao novo sistema. A opção aparece no app bancário ou internet banking, assim como ocorre com o DOC e TED.

A chave Pix irá vincular todas as informações básicas do cliente aos dados completos. Ao digitar a chave, os dados da conta aparecerão de forma automática no momento da transação. Em seguida, bastará verificar a identificação e valores antes de confirmar e concluir a operação.

Há quatro tipos de chave Pix que poderão ser cadastradas e utilizadas: número de CPF ou CPNJ, e-mail, número do telefone celular ou EVP. O EVP é uma sequência alfanumérica de 32 dígitos. Após solicitação, ela será enviada pelo Banco Central à instituição. Ela permite que seja criado um QR Code e elimina a necessidade de informar telefone, e-mail ou CPF/CNPJ a um desconhecido.

Saiba os limites para o valor das transações
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A regra estabelecida pelo Banco Central afirma que os limites não podem ser menores do que os oferecidos para instrumentos de pagamento com características similares às do Pix, como o o TED. Segundo o BC, os limites podem ser criados se a instituição julgar necessário para prevenir “lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo” e para evitar “riscos de fraude e de infração”.

Os limites escolhidos pelas instituições dependem de:

Cadastramento prévio da conta transacional de quem recebe;
Do Pix ser agendado;
Do canal de atendimento usado por quem irá pagar;
Da conta de quem recebe ser da mesma titularidade da conta de quem paga;
Da forma de autenticação de quem paga;
Qualquer outro critério a ser definido pela instituição.
Vale lembrar que a chave Pix, criada para deixar o processo de transferência ainda mais simples, não é de cadastramento obrigatório. A chave, que pode ser cadastrada a partir de hoje, é de uso opcional.

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