Cantor gospel diz que vacinação é “o ponto de nascimento da marca da besta”

Cantor gospel diz que vacinação é “o ponto de nascimento da marca da besta”
Cantor gospel diz que vacinação é “o ponto de nascimento da marca da besta”
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10:06:39

Quem se batiza nasce de novo, como Jesus explicou a Nicodemos.

O cantor gospel norte-americano Danny Gokey, de 41 anos, usou sua conta no Twitter para expor sua crítica à vacinação contra a Covid-19. Além disso, se diz preocupado que a marca da besta, como está descrita no livro do Apocalipse, pode estar mais próxima do que se imagina.

 Thalis Silva

Portal do Trono

Cantor de “We All Need Jesus” e “News Day”, Danny Gokey, que já está vacinado contra a Covid-19, disse que a população não deveriam ser forçadas a se vacinar contra o novo coronavírus se não quisessem. Segundo ele, vários governos e mídias de notícias pregam como “uma cura” quando não é.

Gokey lamentou o fato de as pessoas não terem mais conversas porque “o único assunto discutido é a Covid-19. Além disso, falou que o único pensamento aceitável hoje em dia é a vacinação”, um fenômeno que ele descreveu como “muito perigoso”.

MARCA DA BESTA

O artista, que mais de 360 mil seguidores no Instagram, e 141 mil no Twitter, embora não acredite que a vacina em si seja a “marca da besta”, argumentou que o clima cultural que tem se criado é a prova de que “estamos no ponto de nascimento do marca da besta” descrita na Bíblia, no livro de Apocalipse.

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“Quando eu era mais jovem, sempre me perguntei como quando a Bíblia menciona no Apocalipse que, nos últimos dias, as pessoas não seriam capazes de comprar ou vender sem a marca da besta”, escreveu Gokey. “Mas agora eu vejo. Isso será realizado por meio de uma crise que fará as pessoas pensarem que não estão seguras a menos que a recebam. E muitos vão pensar que aqueles que não têm a marca são muito perigosos para a sociedade. Parece familiar?”, escreveu ele.

De acordo com o cantor, “estamos no ponto de nascimento da marca da besta”. Isso porque, muitos países estão adotando a vacinação obrigatória, como se fosse um passaporte obrigatório, para que o cidadão possa desfrutar de um serviço.

Não acredito que seja a marca da besta ainda. É tão sutil e astuta como a divisão funciona. Começa como um argumento moral que o convence a acreditar que você é uma pessoa imoral e não se preocupa com os outros, a menos que coloque o soro em você”, disse ele. “Acredito plenamente que estamos no ponto de nascimento da marca da besta”, finalizou o artista.

 

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