Comércio de São Paulo quer voltar a funcionar no dia 1º de maio

A Federação das Associações Comerciais do Estado São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vão pedir hoje ao governo paulista que o comércio seja parcialmente reaberto a partir de 1º de maio, Dia do Trabalho. “Evidentemente obedecendo as devidas regras de segurança para evitar que os efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19), que já afetam a saúde de milhares de pessoas no Brasil, não se perpetuem na economia. Queremos comemorar o Dia do Trabalho trabalhando”, diz nota da Facesp e ACSP. Segundo as duas entidades, a paralisação do varejo, que deveria se encerrar nesta quarta-feira (22) em São Paulo, significa a não circulação de R$ 1 bilhão por dia, acarretando enorme prejuízo para a economia e pondo em risco a maior parte dos empregos e da renda dos trabalhadores. Segundo ainda a nota, a Facesp e a ACSP manifestaram apoio quando da implementação das medidas restritivas às atividades empresariais, mas alertaram, na oportunidade, que as restrições deveriam ter o menor tempo possível de duração, considerando o impacto negativo da medida para as atividades econômicas e, principalmente, sobre os segmentos mais desfavorecidos da população. As entidades solicitaram medidas do setor público para garantir a sobrevivência das empresas e a manutenção dos empregos, bem como para os que trabalham por conta própria e os informais. “Mais uma vez, as entidades colocam-se à disposição das autoridades para colaborar para o planejamento de uma saída organizada do isolamento com informações e posições, na medida que a condição do setor de saúde permitir”, completa a nota. O governador João Doria deve anunciar hoje (22) que a flexibilização terá início apenas em 11 de maio. Edição: Kleber Sampaio
Comercio fechado na Avenida Paulista durante a quarentena.

Empresários temem impacto negativo da quarentena

A Federação das Associações Comerciais do Estado São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vão pedir hoje ao governo paulista que o comércio seja parcialmente reaberto a partir de 1º de maio, Dia do Trabalho. “Evidentemente obedecendo as devidas regras de segurança para evitar que os efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19), que já afetam a saúde de milhares de pessoas no Brasil, não se perpetuem na economia. Queremos comemorar o Dia do Trabalho trabalhando”, diz nota da Facesp e ACSP. Segundo as duas entidades, a paralisação do varejo, que deveria se encerrar nesta quarta-feira (22) em São Paulo, significa a não circulação de R$ 1 bilhão por dia, acarretando enorme prejuízo para a economia e pondo em risco a maior parte dos empregos e da renda dos trabalhadores. Segundo ainda a nota, a Facesp e a ACSP manifestaram apoio quando da implementação das medidas restritivas às atividades empresariais, mas alertaram, na oportunidade, que as restrições deveriam ter o menor tempo possível de duração, considerando o impacto negativo da medida para as atividades econômicas e, principalmente, sobre os segmentos mais desfavorecidos da população. As entidades solicitaram medidas do setor público para garantir a sobrevivência das empresas e a manutenção dos empregos, bem como para os que trabalham por conta própria e os informais. “Mais uma vez, as entidades colocam-se à disposição das autoridades para colaborar para o planejamento de uma saída organizada do isolamento com informações e posições, na medida que a condição do setor de saúde permitir”, completa a nota. O governador João Doria deve anunciar hoje (22) que a flexibilização terá início apenas em 11 de maio. Edição: Kleber Sampaio
Comercio fechado na Avenida Paulista durante a quarentena.

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A Federação das Associações Comerciais do Estado São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vão pedir hoje ao governo paulista que o comércio seja parcialmente reaberto a partir de 1º de maio, Dia do Trabalho.

“Evidentemente obedecendo as devidas regras de segurança para evitar que os efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19), que já afetam a saúde de milhares de pessoas no Brasil, não se perpetuem na economia. Queremos comemorar o Dia do Trabalho trabalhando”, diz  nota da Facesp e ACSP.

Segundo as duas entidades, a paralisação do varejo, que deveria se encerrar nesta quarta-feira (22) em São Paulo, significa a não circulação de R$ 1 bilhão por dia, acarretando enorme prejuízo para a economia e pondo em risco a maior parte dos empregos e da renda dos trabalhadores.

Segundo ainda a nota, a Facesp e a ACSP manifestaram apoio quando da implementação das medidas restritivas às atividades empresariais, mas alertaram, na oportunidade, que as restrições deveriam ter o menor tempo possível de duração, considerando o impacto negativo da medida para as atividades econômicas e, principalmente, sobre os segmentos mais desfavorecidos da população.

As entidades solicitaram medidas do setor público para garantir a sobrevivência das empresas e a manutenção dos empregos, bem como para os que trabalham por conta própria e os informais.

“Mais uma vez, as entidades colocam-se à disposição das autoridades para colaborar para o planejamento de uma saída organizada do isolamento com informações e posições, na medida que a condição do setor de saúde permitir”, completa a nota.

O governador João Doria deve anunciar hoje (22) que a flexibilização terá início apenas em 11 de maio.

 

Edição: Kleber Sampaio

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