Eleições 2022: Quem são os pré-candidatos ao governo de São Paulo

Eleições 2022: Quem são os pré-candidatos ao governo de São Paulo
Eleições 2022: Quem são os pré-candidatos ao governo de São Paulo
Ads

16:50:10

Governo do estado de São Paulo. Faltando um ano para o pleito, pré-candidatos começam a se movimentar no campo político

pré-candidatos governo são paulo© Fornecido por Metro pré-candidatos governo são paulo

QUER RECEBER A EDIÇÃO DIGITAL DO METRO JORNAL TODAS AS MANHÃS POR E-MAIL? É DE GRAÇA! BASTA SE INSCREVER AQUI.

Os possíveis nomes que vão disputar as próximas eleições para governador de São Paulo já começam a se movimentar no campo político faltando um ano para a disputa – prevista para 2 de outubro.

Os candidatos só serão oficializados no ano que vem, com o início do período das convenções, provavelmente em junho, mas ao menos 11 políticos já se apresentam como os principais potenciais candidatos.

ADS

A soma dá um time inteiro de futebol, que parece, por enquanto, se movimentar mais pelo centro e pela direita, embora também tenha velocidade pela esquerda.

O dono da bola é o vice Rodrigo Garcia, que trocou o DEM pelo PSDB e deverá chegar na disputa como governador em exercício, no lugar de João Doria (PSDB), que planeja deixar o cargo para disputar a Presidência da República.

A equipe ainda tem os ex-governadores Márcio França (PSB) e Geraldo Alckmin (PSDB), que vai trocar de camisa e traz na bagagem quatro troféus em eleições estaduais.

Arthur do Val (Patriota) e Vinicius Poit (Novo) devem se lançar pelo lado direito. Celso Russomanno (Republicanos) e Paulo Skaf (MDB) ainda não apareceram para treinar, mas são jogadores habituais.

Com a torcida da Presidência, o ministro Tarcísio de Freitas e o ex-ministro Abraham Weintraub (ambos sem partido) podem pintar como reforços vindos do bolsonarismo.

No lado esquerdo, deverão jogar Guilherme Boulos (Psol), impulsionado pela boa campanha à Prefeitura de São Paulo, e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT).

“Apesar de ainda ser cedo para afirmar qual tema marcará o debate eleitoral, é possível inferir que os assuntos nacionais irão se sobrepor. A pandemia e o retorno à situação de normalidade possível, a crise econômica e suas consequências para a população em termos de desemprego, aumento do custo de vida e crescimento da violência devem predominar. As questões mais abstratas, como as ideológicas e ligadas à pauta dos costumes, devem ficar em plano secundário diante das dificuldades da vida concreta”, afirmou o sociólogo e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Rogério Baptistini.

Aquecimento no campo político

Rodrigo Garcia (PSDB) – vice-governador

É a aposta do governador Doria e já está se colocando na vitrine, participando cada vez mais de eventos e anúncios do governo. A opção provocou uma divisão no partido e a sua candidatura deve ser o alvo dos adversários, com o objetivo de atingir Doria

Geraldo Alckmin (PSDB) – ex-governador

A entrada de Garcia o escanteou do PSDB, mas não do jogo. Deve anunciar em breve a sua saída do time tucano e já está sendo cortejado por outros partidos e até por adversários. Um deles é Márcio França, que foi seu vice e acredita na repetição da tabelinha

Márcio França (PSB) – ex-governador

Vice de Alckmin entre 2015 e 2018, herdou o cargo no fim do mandato e disputou as últimas eleições, indo ao segundo turno com Doria. Para o ano que vem, sonha em repetir a parceria, mas para isso um dos dois teria de abrir mão de ser o cabeça de chapa e virar vice

Paulo Skaf (MDB) – presidente da Fiesp e

Celso Russomanno (Republicano) – deputado federal

A participação da dupla tem sido pouco ventilada até aqui, mas ambos têm força e experiência para reunir apoios e também são cotados como vice. Skaf já disputou o estado três vezes e Russomanno concorreu à Prefeitura de São Paulo em outras três oportunidades

Fernando Haddad (PT) – ex-prefeito de São Paulo

Liberado pela Justiça, o ex-presidente Lula deve concorrer à Presidência, o que empurra Haddad para o plano estadual. O ex-prefeito é mais um dos que miram em Doria, mas terá de travar um duelo também com Boulos, que tem atraído parte do eleitorado petista

Guilherme Boulos (Psol) – líder dos movimentos de moradia

Boulos conseguiu reunir o voto da esquerda e foi ao segundo turno na última eleição para a prefeitura da capital. Perdeu o cargo, mas ganhou o posto de nova liderança em São Paulo. O PSOL já anunciou que ele será o seu candidato ao governo do estado

Abraham Weintraub (sem partido) – ex-ministro da Educação e

Tarcísio de Freitas (sem partido) – ministro da Infraestrutura

O presidente Jair Bolsonaro já avisou que quer um representante do seu time nas eleições paulistas. Um dos objetivos é desgastar Doria, seu desafeto público e que poderá ser seu rival no Planalto. Os dois nomes que despontam são os de Weintraub e Tarcísio – que parece ser o preferido

Arthur do Val (Patriota) – deputado estadual e

Vinicius Poit (Novo) – deputado federal

Os dois são jovens e egressos de grupos que surgiram durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Arthur ficou em quinto lugar na última eleição para a prefeitura e Poit já está confirmado pelo partido como candidato ao governo

ADS

Deixe uma resposta

Please enter your comment!
Please enter your name here

seis + dezenove =

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.