Entenda como Thalles Roberto foi “barrado” duas vezes pela Lei Rouanet

Entenda como Thalles Roberto foi “barrado” duas vezes pela Lei Rouanet
Entenda como Thalles Roberto foi “barrado” duas vezes pela Lei Rouanet
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10:18:52

O músico não foi o único que não obteve ajuda da Lei de incentivo à cultura.

O cantor gospel Thalles Roberto – artista nacionalmente consagrado no meio evangélico – por duas vezes foi “barrado” pela Lei Rouanet.

No entanto, o músico não foi o único que não obteve ajuda da Lei de incentivo à cultura. Vários artistas cristãos também tiveram os seus pedidos negados, pois a classe cristã nunca foi assistida pela Lei nos governos anteriores.

Por conta disso, o pastor e produtor musical Wesley Ros promoveu duas lives em seu canal do YouTube nesta semana – uma na segunda (3) e a outra na quinta-feira (6).

A iniciativa de Ros teve o objetivo de esclarecer sobre as leis de incentivo à cultura para os artistas cristãos. Além da participação de vários artistas, o Secretário Especial de Cultura, Mario Frias, e o Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, também participaram da live.

O empresário e produtor de eventos Doninha, ex-produtor de Thalles, inscreveu dois projetos para a captação de recursos, um em 2014 e o outro em 2015.

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O primeiro projeto previa uma turnê nacional de um álbum ao vivo que Thalles Roberto lançou naquele ano. O recurso solicitado foi de aproximadamente R$ 1,1 milhão, mas não foi aprovado por “não se enquadrar na lei”.

No ano seguinte, o produtor solicitou R$ 945 mil, mas outra vez o pedido foi negado. O dinheiro desse projeto seria usado também em uma turnê de Thalles.

“A gente teve conhecimento de inscrever o projeto, mas na hora de fazer a captação, as empresas não se interessaram pelo projeto, porque envolvia o nome de um cantor evangélico”, afirmou Doninha.

Entretanto, pela primeira vez, a Lei Rouanet abre as portas para a Cultura Cristã. Vale destacar que, anteriormente, a Lei beneficiava apenas grupos ligados à militância de esquerda e patrocinava espetáculos até com “homem nu sendo tocado por crianças”.

O produtor Wesley Ros fez um desabafo em suas redes sociais nessa semana:

“UMA ATENÇÃO HISTÓRICA PARA A NOSSA ARTE‼️

Durante todos os anos passados, nunca houve um amparo cultural por parte de nenhuma secretaria federal aos artistas cristãos. projetos não eram aprovados, empresas não se interessavam por se tratar de algo “religioso” … GRAÇAS A DEUS ESTAMOS SENDO ASSISTIDOS NO ATUAL GOVERNO🙏🏾🙏🏾🇧🇷”, escreveu Ros.

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