Prefeitura envia à Câmara PL que atende reivindicações dos agentes comunitários de saúde

A Prefeitura de Guarulhos enviou à Câmara Municipal nesta terça-feira (2) o projeto de lei 789/2021, que versa sobre a manutenção do emprego de agente comunitário de saúde (ACS). Nesta manhã o prefeito Guti, ao lado dos vereadores Alexandre Dentista e Ticiano Americano, recebeu representantes do grupo para apresentar a proposta. De acordo com o projeto, o inciso II do § 2º do artigo 340 da lei 7.550/2017 teve sua redação alterada a fim de garantir o direito constitucional à moradia dos ACS. Com essa alteração, a cidade agora atende à reivindicação dos agentes de não existir obrigatoriedade de morar na região. No texto anterior, para a manutenção do emprego de agente comunitário era necessário residir na área geográfica de atuação para a qual foi contratado. Com a adequação, o agente deve “manter residência na área geográfica de atuação para a qual foi contratado, exceto quando: a) o agente comunitário de saúde adquirir casa própria fora da área geográfica para a qual foi contratado, devendo o servidor informar a Secretaria da Saúde e encaminhar a documentação comprobatória juntamente com declaração sobre a aquisição do imóvel; b) houver risco à integridade física do agente comunitário de saúde ou de membro de sua família decorrente de ameaça por parte de membro da comunidade onde reside ou atua; c) o agente comunitário de saúde for readaptado, pelo órgão responsável pela gestão de pessoas do município, em cargo/emprego distinto”.
A Prefeitura de Guarulhos enviou à Câmara Municipal nesta terça-feira (2) o projeto de lei 789/2021, que versa sobre a manutenção do emprego de agente comunitário de saúde (ACS). Nesta manhã o prefeito Guti, ao lado dos vereadores Alexandre Dentista e Ticiano Americano, recebeu representantes do grupo para apresentar a proposta. De acordo com o projeto, o inciso II do § 2º do artigo 340 da lei 7.550/2017 teve sua redação alterada a fim de garantir o direito constitucional à moradia dos ACS. Com essa alteração, a cidade agora atende à reivindicação dos agentes de não existir obrigatoriedade de morar na região. No texto anterior, para a manutenção do emprego de agente comunitário era necessário residir na área geográfica de atuação para a qual foi contratado. Com a adequação, o agente deve “manter residência na área geográfica de atuação para a qual foi contratado, exceto quando: a) o agente comunitário de saúde adquirir casa própria fora da área geográfica para a qual foi contratado, devendo o servidor informar a Secretaria da Saúde e encaminhar a documentação comprobatória juntamente com declaração sobre a aquisição do imóvel; b) houver risco à integridade física do agente comunitário de saúde ou de membro de sua família decorrente de ameaça por parte de membro da comunidade onde reside ou atua; c) o agente comunitário de saúde for readaptado, pelo órgão responsável pela gestão de pessoas do município, em cargo/emprego distinto”.
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A Prefeitura de Guarulhos enviou à Câmara Municipal nesta terça-feira (2) o projeto de lei 789/2021, que versa sobre a manutenção do emprego de agente comunitário de saúde (ACS). Nesta manhã o prefeito Guti, ao lado dos vereadores Alexandre Dentista e Ticiano Americano, recebeu representantes do grupo para apresentar a proposta.

 

De acordo com o projeto, o inciso II do § 2º do artigo 340 da lei 7.550/2017 teve sua redação alterada a fim de garantir o direito constitucional à moradia dos ACS. Com essa alteração, a cidade agora atende à reivindicação dos agentes de não existir obrigatoriedade de morar na região.

 

No texto anterior, para a manutenção do emprego de agente comunitário era necessário residir na área geográfica de atuação para a qual foi contratado.

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Com a adequação, o agente deve “manter residência na área geográfica de atuação para a qual foi contratado, exceto quando: a) o agente comunitário de saúde adquirir casa própria fora da área geográfica para a qual foi contratado, devendo o servidor informar a Secretaria da Saúde e encaminhar a documentação comprobatória juntamente com declaração sobre a aquisição do imóvel; b) houver risco à integridade física do agente comunitário de saúde ou de membro de sua família decorrente de ameaça por parte de membro da comunidade onde reside ou atua; c) o agente comunitário de saúde for readaptado, pelo órgão responsável pela gestão de pessoas do município, em cargo/emprego distinto”.

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