Proposta de ministério para novo ensino de história causa reações

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    Proposta de ministério para novo ensino de história causa reações

    Hoje não há uma ementa “padrão”, o que faz com que as escolas se baseiem na “visão europeia”: história antiga, medieval, moderna e contemporânea

     

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    Hoje não há uma ementa “padrão”, o que faz com que as escolas se baseiem na “visão europeia”: história antiga, medieval, moderna e contemporânea. Além disso, história do Brasil e da América. Entretanto, com a nova proposta elaborada por especialistas convidados pelo MEC, esse programa iria no sentido oposto. Ou seja, o currículo teria uma forte ênfase à história das Américas, da África e indígena nos dois primeiros anos do ensino médio.

    A história antiga europeia, como a da Grécia e Roma, estaria em segundo plano – ela nem sequer está na proposta curricular do MEC. Esse novo programa está em discussão, mas já divide opiniões. “Eu não poderia, hipoteticamente, ensinar princípios básicos da teoria nazista”, diz ao jornal o historiador Silvio Freire, diretor do ensino médio do colégio Santa Maria. “No entanto, se quisesse excluir Idade Média do currículo de história, por exemplo, eu teria liberdade para fazer isso”, complementa.

     

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