Quase quatro bilhões de pessoas do mundo vivem em locais de perseguição

Quase quatro bilhões de pessoas do mundo vivem em locais de perseguição
Quase quatro bilhões de pessoas do mundo vivem em locais de perseguição
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21:14:26

Quase quatro bilhões de pessoas do mundo vivem em países que violam a liberdade religiosa, segundo o relatório sobre Liberdade Religiosa no Mundo em 2021, feito pela Aid to the Church in Need (ACN).

O documento lista 26 países na categoria mais grave de perseguição, o que compreende um pouco mais da metade da população mundial, ou seja, 51%.

O continente africano tem 12 dos países citados, entre eles aparece a Nigéria, onde os conflitos imperam constantemente, cravados sobre as questões de recursos naturais e divisões étnicas, agravando nos últimos tempos pela situação da pobreza crescente e ataques de grupos criminosos.

A China e Mianmar também aparece na lista preocupante sobre perseguição, várias autoridades mundiais se levantaram para protestar sobre o genocídio de rohinya e uigures nesses países.

Constatou que no último ano houve um aumento significativo da violação da liberdade religiosa global, quase um terço dos países do mundo, 31,6% transgridem os direitos humanos.

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As maiores preocupações atuais são as redes jihadistas que se espalham pelo Equador, como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda que querem impantar os direitos muçulmanos. A violência jihadista também de estende do Mali a Moçambique, do Oceano ìndico e as Filipinas.

Os terroristas islâmicos têm usado as tecnologias digitais para expandir seus territórios a nível mundial, recrutando seguidores no ocidente. A China também faz uso da tecnologia para vigiar os cristãos e acompanhar os seus movimentos.

O relatório também faz uma alerta para contra a violência sexual que as meninas e mulheres de minorias religiosas tem sofrido em vários países, com um aumento crescente dessa situação.

De acordo com o Christian Today, por causa da pandemia muitos países inovaram as suas formas de perseguição usando a covid para excluir minorias religiosas como os cristãos da assistência social e também rebaixa-los para a segunda classe.

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